Desenvolvimento: a importância da iniciativa privada no apoio a projetos sociais
Empresas que investem em educação, esporte e cultura reforçam a construção de uma sociedade mais desenvolvida
Por redação G.Laffitte
Em um cenário de desafios sociais acumulados e recursos públicos que nem sempre chegam às pontas mais vulneráveis da sociedade, a atuação da iniciativa privada tem ganhado protagonismo. Quando as empresas assumem o compromisso de investir em educação, cultura e esporte, os resultados vão muito além do impacto financeiro: trata-se de gerar oportunidades e estimular o desenvolvimento social e humano.
É o caso da G.Laffitte, a incorporadora com sede no Paraná e presença forte em Santa Catarina, tem direcionado esforços para apoiar projetos sociais com foco na infância e juventude.
De salas de aula a campos de futebol
Em Camboriú (SC), a empresa colaborou recentemente com a reforma de cinco salas de aula no Instituto Rio Allegro, entidade sem fins lucrativos que atende crianças em situação de vulnerabilidade social. As salas, montadas em containers adaptados, possibilitaram ampliar o número de alunos atendidos em oficinas como música, inglês, reforço escolar e práticas esportivas.
“As empresas que apoiam a instituição, assim como outros mantenedores e apoiadores, são fundamentais para o desenvolvimento de nossos projetos”, afirma Alessandra Vick, presidente do Instituto Rio Allegro. “Só com a colaboração de diferentes atores sociais conseguimos atender mais e mais crianças.”
A iniciativa da empresa é apenas uma entre várias. A G.Laffitte já apoiou projetos em escolas públicas, como o “O que você espera do mundo?”, em que alunos do 4º ano refletiram sobre o futuro e foram premiados por desenhos com mensagens de esperança. Também já promoveu atividades esportivas e culturais em bairros de Camboriú e Guarapuava (PR), sempre com foco em ações de base. No história da empresa como agente social encontra-se o patrocínio a atletas e times de motocross, futebol e ginástica artística, sempre com foco na infância e adolescência.
ESG na prática
Esse formato de atuação que a iniciativa privada pode aderir insere-se no conceito de ESG — sigla para Environmental, Social and Governance — cada vez mais presente nas diretrizes de empresas preocupadas com o impacto que causam no mundo. No caso da G.Laffitte, o “S” de Social se destaca pela constância e coerência das ações realizadas, especialmente com foco no desenvolvimento de comunidades onde atua.
“O que nos move é a crença de que o desenvolvimento urbano deve caminhar junto com o desenvolvimento humano”, afirma Gabrielle Laffitte, gerente de marketing da empresa. “Queremos construir mais do que bairros — queremos fortalecer laços, criar oportunidades e colaborar para o desenvolvimento urbano local, devolvendo à sociedade parte do que ela nos confia.”
Um ciclo de impacto positivo
Segundo especialistas, o envolvimento da iniciativa privada em causas sociais não substitui a ação do Estado, mas pode ser um motor complementar, especialmente quando há planejamento, compromisso e parceria com organizações sérias.
As colaborações da iniciativa privada não apenas financiam projetos, mas também ajudam a ampliar redes de apoio, dar visibilidade a causas importantes e mobilizar mais pessoas em torno de objetivos comuns.
Ao transformar investimentos em oportunidades reais para crianças e jovens, empresas como a G.Laffitte mostram que o desenvolvimento não precisa ser mensurado apenas em metros quadrados construídos, mas também em como as regiões dos empreendimentos podem se desenvolver positivamente com colaboração mútua.